A Venerável Maria Angélica Álvarez Icaza, relata em suas memórias:
“Na capela havia um altar com uma imagem de São José, que chamávamos de São José do Passo por estar precisamente em um lugar de muito movimento. Como eu o via quase continuamente pela proximidade da capela, comecei a ter grande devoção por ele, e ainda mais porque ele passou a me mimar muito, pois tudo o que eu desejava (e eram muitas coisas) eu desenhava em um papel e colocava nas mãos do santo bendito e, com uma eficácia assombrosa, logo me concedia as súplicas: fosse um Santo Cristo para o quarto da Madre (e poucos dias depois nos foi presenteado), fossem castiçais para o altar de Nossa Senhora (e não tardaram a aparecer). Enfim, um livro que eu desejasse… uma lâmpada… vasos de flores… qualquer coisa, era o mesmo que pedi-la e obtê-la.”
“Não me recordo, até agora, de ter lhe suplicado algo que ele tenha deixado de conceder. É coisa que espanta as grandes mercês que Deus me fez por meio deste bem-aventurado Santo, e dos perigos de que me livrou, tanto do corpo como da alma. A outros santos, parece que o Senhor deu graça para socorrer em uma determinada necessidade; mas a este glorioso Santo, tenho a experiência de que socorre em todas.” Santa Teresa de Ávila
Ó Jesus, meu Salvador, Vós que confiastes aos Sacerdotes, vossos representantes, a aplicação da obra...
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“Não encontro palavras com que possa louvar-te, canta a Igreja.” Edelvives A Igreja venera a...